terça-feira, 10 de maio de 2011

Design em capa de dvd?

Ou falta de design (análise de similares, processo criativo, etc...)?






Antes devo confessar que foi uma dúvida saber se era um problema de design. Talvez. Ainda não tenho essa certeza, mas por suposição e por analogia ao design em capas de CD, pois se não me falha a memória, o projeto da capa de um CD foi a avaliação final da disciplina de Sistemas de Representação Bidimensional, enfim, foi impossível não perceber, e comentar sobre essa constatação.
Outono em Nova York é um filme lançado em 2000 (Diretor: Joan Chen); já o filme Um amor para recordar é do ano de 2002 (Diretor: Adam Chankmen ); logo, por uma questão cronológica há quem diga quem "imitou" quem - digamos assim.
Na ocasião da foto, a semelhança ficou latente - estavam muito próximos! 
Com o mesmo preço, quase as mesmas capas, só faltava as histórias serem parecidas! (E não é que são?!) 
Detalhes a parte, tratam-se de romances, onde as mocinhas, doentes terminais, são o motivo da redenção dos homens não muito comportados.
Enfim, a capa, ou as capas (são tão parecidas que dá pra esquecer de distinguir...) falam por si só.
Até a próxima. 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Se cria assim:

"A boa filha a casa torna." 
Voltei! "Voltei para ficar, por que aqui, aqui é o meu lugar!" (Que os anjos digam amém!)
Que as morais continuem... Que a história não pare... E assim, vamos adiante porque "uma andorinha só não faz verão" (Nossa! Quanto clichê!).
Mas afinal, o que é a vida se não uma sucessão de clichês? Exceto casos extraordinários, tudo é repetição, reinvenção. 
Certo dia no CIEE - Centro de Integração Empresa-Escola - me deparo com o quadro cuja figura trago para compartilhar o meu encantamento na ocasião. Especialmente por tratar-se de um assunto pertinente ao campo do design - processo de criação - e mais ainda pela carga poética, creio que seja uma ótima forma de voltar a "pluralizar morais" de algumas histórias... 



Conto com vocês para "ter a voz como um pipoco"! 
Até a próxima!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Design insensato?!

Bem, volta-se a ativa.

A procura de uma boa história que tivesse algumas morais, algo que já intrigava, pareceu formidável para ser discutido aqui, depois de uma rápida pesquisa pelo maravilhoso mundo da internet.

A abertura da novela global Insensato Coração.


Simples e ao mesmo tempo complexa: O que uma escultura com pessoas - não a de um casal - faz na abertura de uma novela cujo nome, Insensato Coração, e as chamadas, nos induzem a pensar em insensatez cometidas por homens e mulheres apaixonados? Uma escultura que, a princípio, quando visualizada, é impossível não lembrar da marca das Olimpíadas do Rio 2016 - alvo de polêmicas por sugerir um plágio - ela também representa mais de duas pessoas de mãos dadas em movimentos sinuosos.
A obra do um artista plástico africano, Jonh Chipiri, representa uma espécie de família de mãos dadas. Sim, mas e então, qual a ligação com o tema Insensato Coração?! 



No site http://www.telehistoria.com.br/colunas/index.asp?id=11983, atribui-se a Hans Donner a afirmação de que o brienfing dado pelo autor, Gilberto Braga, basicamente era família e por isso foi escolhida a escultura em particular. Para ele, o artista conseguiu "interligar os braços dos pais com três filhos e transformar isso numa harmonia visual fantástica". A proposta era transformar a escultura, que é uma esfera, como se fosse uma esfera do universo. Iluminá-la de um jeito que ela viesse ganhando luz, como se fosse o sol iluminando a Terra. Ele considera também,  ainda segundo o site, que essa vinheta provavelmente é uma das mais simples, mas talvez uma das mais sofisticada, pelo fato de não se usar a computação gráfica a que a audiência está acostumada.

Bem, explicações à parte,  o resultado, se comparado a outras aberturas também globais, se mostra falho em muitos aspectos. O principal é o de  não fazer jus ao roteiro divulgado nas chamadas - paixão, romance, reviravoltas - e por fim, não se encontra uma conexão entre a abertura e o que está sendo mostrado na própria novela.

Morais da história: Quando designers pecam, o problema está no brienfing - as informações que o cliente concede ao designer para o desenvolvimento do projeto? Nem sempre o "menos é mais"? 

...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Abolida a Escravidão?



"Alô liberdade (...)"
"Livre pra poder sorrir, livre pra poder buscar o meu lugar ao sol (...)"
"Sou livre pra pensar, eu não devo nada a ninguém (...)"
"Liberdade pra dentro da cabeça (...)"


LIBERDADE.
Queria mesmo escrever sobre isso. Mas escrever sem propriedade alguma, fazer uma reflexão mesmo... (Mais uma reflexão...)

Mas vejam, não foi à toa que esse conceito mexeu comigo (sim, pode ser apenas um conceito). Lendo um livro, um dia desses, encontrei a seguinte passagem:
"[...] a natureza da própria liberdade. Será que liberdade significa que você tem permissão para fazer o que quer? Ou poderíamos falar sobre tudo que limita a sua liberdade. A herança genética de sua família, seu DNA específico, seu metabolismo, as questões quânticas que acontecem num nível subatômico [...]. Existem as doenças de sua alma que o inibem amarram, as influências sociais externas, os hábitos que criaram elos e caminhos sináoticos no seu cérebro. E há os anúncios, as propagandas e os paradigmas. Diante dessa confluência de inibidores multifacetados -, o que é de fato liberdade?" 
A Cabana, Willian P. Young

Daí então, eis que surge uma definição de Escravidão e também de Liberdade:

Museu da Abolição - Rua Benfica, 1150 - Madalena Recife - PE
Eu te pergunto: No nosso sistema, algo não remete ao regime de Escravidão? (Submissão a condição de "coisa" segundo a definição). Quantos de nós, tem ousadia? (Sinônimo de Liberdade segundo a definição). Se você é livre, por que está aqui, agora, lendo esse texto? 
Costumo dizer que "estou presa na liberdade das minhas próprias escolhas" (normalmente digo isso quando estou sobrecarregada de trabalhos na faculdade). Afinal, "escolhemos" boa parte dos nosso caminhos, e podemos pensar que estamos livres, mas se formos refletir isso, veremos quantas coisas, até mesmo do nosso dia-a-dia, nos impedem de viver a tal "liberdade"... Você trabalha, estuda, tem diversos compromissos, almejados e conseguidos por você mesmo, frutos da sua "liberdade de escolha", no entanto, esses mesmos frutos te impedem de arriscar, de sair da rotina, de ousar... 

Se não for relativa, a liberdade é a nossa ilusão de cada dia.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Sherlock Holmes investigando as roupas...



"Suas roupas dizem mais do que você pode esperar". 

Novidade? Não, até aí não. Porém, o contexto dessa citação me pareceu totalmente inusitado e coerente. Assistam Sherlock Holmes (2009) e vejam o que se segue a essa afirmação.

Por hora, convido vocês a pensarem. 
Um homem calçando um sapato Berlutti - referência mundial em termos de sapatos artesanais.Provavelmente uma pessoa "comum", qualquer, não conhecerá a marca mas irá deduzir que trata-se de um empresário, "gente importante", rico, só pelo aspecto visual do sapato (polido, com ares de saído do forno, digamos assim).
Uma calça jeans tão comum, tão massificada? Nem tanto. Quando suja de graxa, desbotada,  surrada, certamente o dono será visto e percebido como um mecânico ou algo do tipo. Alguém pode questionar "sim, mas e quando a moda eram as calças rasgadas, remendadas, bufentas, etc? Respondo: Moda, ponto. Aqui aborda-se vestuário, significando o que está sobre o corpo independente de tendências ou vigências.
É possível que o all star de um skatista , por exemplo, tenha as mesmas marcas do tênis de uma "patricinha" (sem juízo de valor) considerando-se os lugares freqüentado pelos mesmos?!

E não são só as roupas que sinalizam o que andamos fazendo não... Esmaltes, verde, azul, rosa, seja lá qual for a moda, observe as unhas das mãos de determinadas mulheres, e encontre as repostas para: "Ela cuida da casa? Ela vai corriqueiramente à manicure? Ela é nervosa - rói unhas?

É um cabelo escovado, é uma bolsa empoeirada, é uma axila da  blusa preta esbranquiçada (resíduos de desodorante)... Tudo é indicativo, significativo... 

Assim, "dizem-me como está tua roupa que eu te direi por onde andastes."

MORAIS DA HISTÓRIA ADVERTE: Pra toda regra existe uma exceção. 

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Cardápio de cortes de cabelos...



Isso mesmo! Camila Pitanga de visual novo! Acostumado com cabelo longo da morena, o público, com a estréia da novela das 21h, terá a oportunidade de vê-la assim, com os fios curtos. Sinônimo de uma mulher moderna, prática, o novo corte da atriz é para viver o papel de uma executiva da área de marketing. O que só reforça os estereótipos que a nossa sociedade nos impõe... A mulher moderna, empresária, bem sucedida e seu cabelo curto... 


Mas, enfim, a nova novela não pára por aí com as novidades em cabelos... 


Paola Oliveira, também vem com fios mais curtos, interpretando uma designer. Já Débora Secco fez o caminho inverso e alongou o seu cabelo que há muito vinha num comprimento mais curto. Viverá a personagem que é ex participante de reality show. Alguém "disse" que essa aparência era mais adequada para o papel... 



Moral da História: Bem, não faltará trabalho nos salões de beleza, serão muitos cabelos para cortar e tingir...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Retrospectiva 2011.

2011... (Sim! Porque "o futuro já começou".)

Acabou a solidariedade... (Aquela que surge no natal em forma de caridade, doações, etc)
Hoje, dia 06 de Janeiro, o otimismo já se foi há muito tempo... Ele fica pelo menos até o dia 03. Sua temporada entre nós é mais nos finais de ano... 

Dilma (UMA MULHER) assume a presidência - leva consigo "batedoras" (mulheres especializadas em escolta) e como isso promete "levar" e "elevar" as mulheres nesses próximos quatro anos... 

Lula nos deixa. Mas a imprensa não deixa ele... E já surge uma questão com seus filhos. Ambos, maiores de idade, e CAPAZES recebem benefícios mesmo com o papai ex-chefe de Estado...

A Tv Rede Globo anuncia o Festival Nacional - todos os dias da semana, a noite, um filme brasileiro. Depois não se sabe da onde vem a fama dos filmes brasileiros... Sexo, sexo e mais sexo.
Falando na telinha do "plim plim", vem aí o facebook, twitter ou orkut televisionado, o Big Brother Brasil (11). Sim, porque ele nada mais é do que uma espécie de rede social, e nós, pobres mortais que não estamos ou estaremos lá continuamos a nos virar com o nosso facebook de cada dia! (Outro assunto que ainda vai render pra esse ano... Facebook; dono BI TRI QUA QUI, não importa, podre de dinheiro e acusado de roubar a idéia dos amigos da faculdade... (Cuidado com seus "amigos" pessoal.).

Essas são algumas poucas coisas de 2011... Quase nada. E que pretensão querer fazer uma Retrospectiva a essa altura do campeonato!  As pessoas costumam comemorar o tempo; queixar-se dele, agarrar-se a ele, esperar dele... "Só o tempo cura". Ano novo, carnaval, páscoa, O SEU ANIVERSÁRIO... tudo gira em torno do tempo... E a VIDA acaba sendo esquecida... Vivida em segundo plano porque agora está na hora 
de... 

É isso. Sem felicitações pelo tempo que avança... Mas pela vida que se renova em cada amanhecer!


obs: Sem querer a "retrospectiva" já serve ao tempo...